“Dra., e as outras insulinas?”
Essa pergunta eu ouvi de uma adolescente que eu acompanhava, diagnosticada aos 15 anos, usando NPH duas vezes ao dia e regular antes das refeições. Ela reclamava de glicemia oscilando, de subir depois de comer e de precisar comer a cada 3 horas pra não ter hipoglicemia. Aí ouviu falar de Lantus, de Tresiba, e veio me perguntar qual era a diferença. Eu uso esse caso nas minhas aulas porque ele resume a dúvida de quase toda família: são cinco nomes de insulina basal no Brasil, e ninguém explica direito o que muda de uma pra outra.
Eu sou a Christine, nutricionista, educadora em diabetes e mãe da Livia, que tem diabetes tipo 1 desde os 13 meses. Se você ainda está montando o quadro geral (o que é basal, o que é bolus, como se calcula dose), começa pelo guia da insulina no diabetes tipo 1. Aqui a gente vai fundo só nas basais: NPH, Lantus, Levemir, Toujeo e Tresiba.
Antes de comparar: o que a basal precisa fazer
O pâncreas de quem não tem diabetes solta insulina de dois jeitos. Um é uma gota contínua, o dia inteiro, mesmo em jejum, pra segurar a glicose que o fígado produz sozinho. O outro é um jato maior na hora da refeição. A gente chama o primeiro de basal e o segundo de bolus.
Uma insulina basal boa, então, é a que imita a gota contínua: entra devagar, fica estável por muitas horas e não faz pico. Quanto mais parecida com uma linha reta, menos hipoglicemia de madrugada e menos variação entre um dia e outro.
Cada uma das cinco tenta imitar essa linha de um jeito diferente. É isso que muda entre elas.
As cinco lado a lado
Os tempos abaixo são os da diretriz de insulinoterapia da Sociedade Brasileira de Diabetes. Em criança, a duração costuma ser um pouco menor que em adulto, principalmente com a NPH e a glargina U100.
| Insulina | Nome comercial | Começa a agir | Pico | Dura | Aplicações por dia |
|---|---|---|---|---|---|
| NPH (humana) | Humulin N, Novolin N | 2 a 4 h | 4 a 10 h | 10 a 18 h | 2 (às vezes 3) |
| Glargina U100 | Lantus, Basaglar, Glargilin | 2 a 4 h | quase nenhum | 20 a 24 h | 1 (em criança, às vezes 2) |
| Detemir | Levemir | 1 a 3 h | discreto, 6 a 8 h | 18 a 22 h | 1 ou 2 |
| Glargina U300 | Toujeo | até 6 h | nenhum | até 36 h | 1 |
| Degludeca | Tresiba | menos de 4 h | nenhum | 42 h ou mais | 1 |
Agora vamos uma por uma, porque a tabela não conta o porquê.
NPH: a que faz pico
A NPH é insulina humana misturada com uma proteína (protamina) que atrasa a absorção. É por isso que ela é leitosa e precisa ser homogeneizada antes de aplicar, rolando a caneta umas 20 vezes. Se você aplicar sem misturar, a dose que sai não é a dose que está escrita.
O problema dela não é durar pouco. É a forma da curva. A NPH sobe, faz um pico entre 4 e 10 horas e depois cai. Aplicada às 22h, o pico cai entre 2h e 8h da manhã. É a hipoglicemia da madrugada que toda mãe que já usou NPH conhece. E como ela dura de 10 a 18 horas, precisa de duas aplicações (às vezes três), e a cobertura entre uma e outra fica irregular.
Era exatamente isso que a Luana descrevia: oscilação, comer a cada 3 horas pra não ter hipo. Não era ela fazendo algo errado. Era a curva da insulina.
Mesmo assim, a NPH tem dois méritos. É a que o SUS entrega em qualquer unidade básica, sem laudo. E é a que muitas famílias começam, porque o diagnóstico acontece no hospital e a equipe usa o que tem. Dá pra viver bem com NPH, principalmente na lua de mel, quando a necessidade de basal é baixa. Só que, se as hipoglicemias noturnas se repetem, existe motivo técnico pra pedir a troca, e a própria diretriz da SBD apoia isso.
Lantus, Basaglar e Glargilin: a glargina U100
Glargina foi a primeira insulina desenhada pra não fazer pico. Ela é ácida dentro da caneta (por isso arde um pouco na aplicação) e, quando encontra o pH neutro do tecido, precipita e forma um depósito que se dissolve devagar. Resultado: uma curva quase plana por 20 a 24 horas.
Lantus, Basaglar e Glargilin são a mesma molécula. Basaglar e Glargilin são biossimilares, ou seja, cópias aprovadas pela Anvisa com o mesmo efeito. Se a farmácia de alto custo troca uma pela outra, a dose é a mesma.
O detalhe que importa em criança: “até 24 horas” é o teto, não a garantia. Em criança pequena, e em dose baixa, a glargina U100 muitas vezes não chega às 24 horas. O sinal é a glicemia subindo sempre nas mesmas horas antes da aplicação seguinte, todo dia. Quando isso acontece, a equipe pode dividir em duas aplicações (manhã e noite), e isso não é falha de ninguém, é farmacologia.
E uma dica que eu dou nas aulas: quando a glargina U100 é aplicada de manhã, em vez de à noite, o trecho mais fraco da curva cai no fim da tarde, não na madrugada. Em criança com hipoglicemia noturna, mudar o horário da basal pra manhã (com a equipe) às vezes resolve sem trocar de insulina.
Outra regra da glargina: não pode misturar na mesma seringa com nenhuma outra insulina, por causa do pH. Cada uma na sua caneta.
A diretriz da SBD recomenda a glargina U100 (e a detemir) em vez da NPH por causa da menor variabilidade e do menor risco de hipoglicemia, e cita especificamente que crianças e adolescentes de 5 a 16 anos tratados com glargina tiveram melhor glicemia de jejum. É uma recomendação classe IIa, ou seja, “deve ser considerada”.
Levemir: a detemir
A detemir usa outro truque: ela se prende à albumina, uma proteína do sangue, e vai se soltando aos poucos. Isso dá uma curva com um pico discreto entre 6 e 8 horas e uma duração que depende da dose. Em dose baixa, dura menos; em dose alta, dura mais. Por isso muitas crianças com Levemir precisam de duas aplicações por dia.
Dois pontos a favor: entre os análogos, é a que menos se associa a ganho de peso, e a diretriz cita menos hipoglicemia (diurna e noturna) em comparação com a glargina U100 em alguns estudos. E dura 42 dias depois de aberta, mais que a glargina U100.
Um ponto de atenção: a Novo Nordisk anunciou a descontinuação da Levemir em vários países a partir de 2024. Se a sua criança usa, vale confirmar com a equipe e com a farmácia como está a disponibilidade aqui, pra não ser pega de surpresa numa troca de última hora.
Toujeo: a glargina U300
Toujeo é glargina, a mesma molécula do Lantus, só que três vezes mais concentrada: 300 unidades por mililitro em vez de 100. Parece detalhe, mas muda a curva. Como o volume aplicado é menor, o depósito que se forma embaixo da pele é menor e mais compacto, com menos superfície de contato, e a insulina se dissolve ainda mais devagar. Resultado: começa a agir em até 6 horas, não faz pico e dura até 36 horas.
Isso tem consequências práticas:
- Ela demora 3 a 5 dias pra estabilizar. Quando começa ou muda a dose, o efeito completo só aparece depois desse tempo. Não dá pra julgar a dose no segundo dia.
- Não é unidade por unidade com o Lantus. Ao trocar de U100 pra U300, costuma ser preciso de 10 a 20% mais unidades pra ter o mesmo efeito, porque parte da insulina fica retida no depósito. A caneta já entrega a concentração certa, então a família só conta unidades; a conversão quem faz é a equipe.
- Idade. No Brasil, a bula aprova a partir dos 6 anos.
O ganho é uma curva ainda mais plana, com menos hipoglicemia noturna que a U100 em adultos. Em crianças (estudo EDITION JUNIOR, 6 a 17 anos), o controle foi parecido com o da U100, com tendência a menos hipoglicemia grave.
Tresiba: a degludeca
A degludeca é a mais longa de todas. Ela forma correntes de moléculas (multi-hexâmeros) no local da aplicação, que vão se desmanchando ao longo de mais de 42 horas. A meia-vida é de cerca de 25 horas. Isso quer dizer que, a cada aplicação diária, ainda tem insulina da aplicação anterior no corpo, e as curvas se sobrepõem numa linha praticamente reta.
O que isso muda no dia a dia:
- Flexibilidade de horário. Foi a única basal testada oficialmente com horário variando: a diretriz cita um regime com intervalo de 8 a 40 horas entre doses, e continuou segura. Na prática: se esqueceu à noite, aplica de manhã; se um dia foi às 20h e no outro às 23h, não desmonta o tratamento. Isso é ouro em família com criança, escola, festa e sono desregulado.
- Menos hipoglicemia noturna. Comparada com a glargina U100, a degludeca teve 25% menos hipoglicemias noturnas no estudo BEGIN e, no SWITCH 1, 36% menos hipoglicemias noturnas e 35% menos hipoglicemias graves. Em crianças, o estudo BEGIN Young (de 1 a 17 anos) mostrou controle equivalente com menos cetose.
- Também demora 3 a 4 dias pra estabilizar. Mesma regra do Toujeo: ajuste de dose se avalia depois de alguns dias, não no dia seguinte.
- Idade. Aprovada a partir de 1 ano, o que a torna a única ultralonga disponível pra criança pequena.
- Dura 56 dias depois de aberta, o dobro da glargina U100.
Existem duas concentrações no Brasil, U100 e U200. A caneta de U200 entrega o dobro de insulina por clique, então a família conta unidades do mesmo jeito; ela só existe pra quem usa dose alta e quer aplicar menos volume.
Então qual é a melhor?
A que faz a glicemia de jejum e da madrugada da sua criança ficar estável, com o mínimo de hipoglicemia, e que a família consegue usar direito todo dia. Isso muda de criança pra criança, e muda com a idade.
O que a diretriz da SBD diz, em resumo: os análogos de ação longa (glargina, detemir) são preferíveis à NPH por causa da hipoglicemia (classe IIa), e os ultralongos (Toujeo, Tresiba) são opção pra quem tem risco aumentado de hipoglicemia e pra quem precisa de flexibilidade (classe IIb). A ISPAD, que é a diretriz pediátrica, vai na mesma linha.
O que eu vejo na prática:
- Criança pequena com hipoglicemia noturna em NPH: a troca por um análogo costuma ser a mudança que mais alivia a família em pouco tempo.
- Glargina U100 que “não dura” o dia: ou divide em duas, ou vai pra degludeca. As duas resolvem; a segunda tira uma aplicação.
- Adolescente com horário caótico: degludeca, pela flexibilidade. A dose esquecida às 22h e aplicada às 8h não vira uma noite de cetona.
- Família que já está bem com o que usa: não troca. Estabilidade é um valor em si, e toda troca de basal passa por 1 ou 2 semanas de reajuste.
A escolha final é com a endócrino, e ela leva em conta coisas que não estão nesse texto: o que o estado dispensa, o que a família consegue comprar, se tem sensor pra acompanhar a transição, e como está a lua de mel.
Sobre a troca de uma pra outra
Como a pergunta “posso trocar Lantus por Tresiba?” chega muito, vale explicar o que a equipe costuma fazer, pra você entender o raciocínio (não pra fazer em casa).
- De glargina U100 ou detemir pra degludeca: em geral, a mesma quantidade de unidades, com reavaliação depois de 3 a 4 dias.
- De NPH em duas doses pra um análogo em uma dose: a soma das duas, reduzida em cerca de 20%, porque o análogo não tem o “vale” da NPH e a chance de hipoglicemia nos primeiros dias é maior.
- De glargina U100 pra U300 (Toujeo): mesma dose no início, e a equipe costuma precisar subir 10 a 20% nas semanas seguintes.
- De qualquer uma pra bomba: a bomba não usa basal de caneta. Isso é outro assunto, e está no guia da insulina.
Em toda troca, o que a família faz é medir mais: glicemia antes de dormir, de madrugada (ou o sensor com alarme) e em jejum, por uma semana, e mandar pra equipe. É esse registro que permite acertar a dose nova.
Coisas que valem pra todas
- Mesmo horário todos os dias, exceto com degludeca, que tolera variação. A basal mais estável do mundo fica instável se um dia vai às 20h e no outro às 2h.
- Coxa ou glúteo são bons lugares pra basal, porque absorvem mais devagar. Deixa o abdômen pra insulina de refeição. E rodízio, sempre; como aplicar insulina tem o passo a passo.
- Validade depois de aberta: 28 dias pra NPH e glargina U100, 42 pra detemir e glargina U300, 56 pra degludeca. Guardar, transportar e o que fazer quando estraga está em como guardar insulina.
- Dose de basal não se pula. Nem em dia de doença, nem quando a criança não come. É a insulina que impede a cetoacidose.
- Basal certa não corrige refeição. Se a glicemia está estável em jejum e sobe depois de comer, o problema é o bolus, não a basal. Subir a basal pra compensar isso é receita de hipoglicemia de madrugada.
Pelo SUS
NPH está na unidade básica e na Farmácia Popular. Os análogos de ação longa (glargina, detemir, degludeca) entraram no SUS pra diabetes tipo 1 em 2019, pelo Componente Especializado (farmácia de alto custo), com receita, laudo e exames, e o critério do protocolo é hipoglicemia frequente ou grave com a NPH. Qual das três o seu estado entrega depende da licitação de cada lugar; na maioria, é a glargina. Tresiba e Toujeo raramente estão na lista pública, e quando estão, é por decisão estadual ou judicial. Os detalhes do pedido estão na seção do SUS do guia de insulina.
Espero ter ajudado a entender o que muda de uma pra outra. Se ficou dúvida, me chama no WhatsApp.
Perguntas frequentes
As duas são insulinas basais sem pico, mas a Lantus (glargina U100) dura de 20 a 24 horas e precisa de horário fixo, enquanto a Tresiba (degludeca) dura mais de 42 horas, tolera variação de horário (intervalo de 8 a 40 horas entre doses) e teve menos hipoglicemia noturna nos estudos comparativos (25 a 36% menos). A Tresiba é aprovada a partir de 1 ano; a Lantus, a partir de 2.
São a mesma molécula (glargina), mas o Toujeo é três vezes mais concentrado (U300). Isso faz o depósito embaixo da pele se dissolver mais devagar: dura até 36 horas, sem pico, e leva 3 a 5 dias pra estabilizar. Na troca de Lantus pra Toujeo costuma ser preciso 10 a 20% mais unidades. O Toujeo é aprovado a partir de 6 anos.
Praticamente não. A glargina U100 tem uma curva quase plana por 20 a 24 horas. Em crianças pequenas e em doses baixas, porém, ela pode não durar as 24 horas, e a glicemia sobe antes da próxima aplicação; nesses casos a equipe pode dividir em duas doses.
Depende da criança. A detemir (Levemir) tem duração que varia com a dose (18 a 22 horas) e muitas vezes precisa de duas aplicações, mas se associa a menos ganho de peso e, em alguns estudos, a menos hipoglicemia. A glargina (Lantus) costuma cobrir o dia com uma aplicação. A Novo Nordisk anunciou a descontinuação da Levemir em vários países; confirme a disponibilidade com a equipe.
A diretriz da SBD recomenda considerar os análogos de ação longa (glargina, detemir) em vez da NPH porque eles têm menos variabilidade e menos hipoglicemia, e cita melhor glicemia de jejum em crianças de 5 a 16 anos com glargina. A NPH faz pico entre 4 e 10 horas, o que explica as hipoglicemias de madrugada. A troca é decidida pela equipe e pode ser pedida pelo SUS com laudo.
Sim, a partir de 1 ano de idade. O estudo BEGIN Young, com crianças e adolescentes de 1 a 17 anos, mostrou controle equivalente ao da glargina com menos cetose.
Com degludeca (Tresiba), a bula permite aplicar assim que lembrar, desde que haja pelo menos 8 horas até a próxima dose. Com glargina (Lantus, Toujeo), a conduta depende de quantas horas se passaram, e o plano deve estar combinado com a equipe antes. Nunca aplique dose dobrada.
Não. A troca é feita com a equipe, que define a dose inicial (em geral unidade por unidade) e o acompanhamento nos primeiros 3 a 4 dias, até a degludeca estabilizar. Nesse período a família mede mais (antes de dormir, madrugada e jejum) e manda o registro.
NPH e glargina U100 (Lantus, Basaglar): 28 dias. Detemir (Levemir) e glargina U300 (Toujeo): 42 dias. Degludeca (Tresiba): 56 dias. Sempre em temperatura ambiente abaixo de 30 °C, longe da luz.
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Fontes
- Silva Júnior WS, Gabbay MAL, Lamounier RN. Insulinoterapia no diabetes mellitus tipo 1 (DM1). Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes, ed. 2026 (tabela de perfis farmacocinéticos; recomendações R4 e R5).
- Cengiz E, et al. ISPAD Clinical Practice Consensus Guidelines 2022: Insulin treatment in children and adolescents with diabetes. Pediatric Diabetes. 2022;23(8):1277-1296.
- Heller S, et al. Insulin degludec, an ultra-longacting basal insulin, versus insulin glargine in basal-bolus treatment with mealtime insulin aspart in type 1 diabetes (BEGIN Basal-Bolus Type 1). Lancet. 2012;379(9825):1489-1497.
- Lane W, et al. Effect of insulin degludec vs insulin glargine U100 on hypoglycemia in patients with type 1 diabetes: the SWITCH 1 randomized clinical trial. JAMA. 2017;318(1):33-44.
- Thalange N, et al. Insulin degludec in combination with bolus insulin aspart is safe and effective in children and adolescents with type 1 diabetes (BEGIN Young). Pediatric Diabetes. 2015;16(3):164-176.
- Danne T, et al. Efficacy and safety of insulin glargine 300 units/mL (Gla-300) versus insulin glargine 100 units/mL (Gla-100) in children and adolescents (6-17 years) with type 1 diabetes: the EDITION JUNIOR randomized controlled trial. Diabetes Care. 2020;43(7):1512-1519.
- Bulas aprovadas pela Anvisa: Lantus, Basaglar, Glargilin, Levemir, Toujeo, Tresiba, Humulin N, Novolin N.
- Brasil. Ministério da Saúde. Portaria SCTIE nº 19/2019 e Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Diabetes Mellitus Tipo 1.
Texto escrito por Christine Rolke, nutricionista (CRN 24102380), mestre em Imunologia, educadora em diabetes e mãe de criança com diabetes tipo 1, a partir da aula “Insulina não é tudo igual” que ela ministra sobre os tipos de insulina. Revisado em 21 de setembro de 2026. Este conteúdo é educativo e não substitui a orientação da equipe que acompanha a sua criança. Escolha e troca de insulina basal, e ajuste de dose, são decisões da equipe.